Guia de Floripa

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O estúdio de arquitetura e design Penda tem sido aclamado por conta de um projeto inusitado e muito funcional em Pequim, na China. Com a demanda de criar um ambiente verde e natural dentro de um café na capital chinesa, o que seria um grande “respiro” na metrópole, a equipe tratou de caprichar em toda a estrutura.

Criando um efeito impressionante, o ambiente foi decorado com belas prateleiras modulares, posicionadas em grades de aço recicladas, pintadas de preto. Tal sistema permite que o café seja facilmente reconfigurado, trazendo uma variedade de elementos a serem inseridos e modificados, além de serem muito funcionais. Um dos exemplos disso é que os blocos de madeira vêm com sistema de purificação de ar para que as plantas cresçam facilmente e saudáveis.

A ideia é que ao longo do tempo as samambaias, mármore-rainhas e planta-aranhas ocupem todo o espaço, cobrindo o aço, transformando-se numa rede natural. O projeto, encomendado pelos promotores imobiliários da Hongkun, visa incentivar outras cidades chinesas a abraçarem a arquitetura verde.

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Font: Hypeness

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Na semana passada, as maiores modinhas da nutrição sofreram grave ataque: uma série de estudos revelou que probióticos são desnecessários, organismos geneticamente modificados (ou OGMs) são inofensivos e que, ao menos que vocêrealmente precise, uma dieta sem glúten é péssima ideia. A única tendência que resiste bravamente é a crença de que a couve é um superalimento.

“É sempre bom ver estudos que analisam dietas mágicas de forma cética”, disse ao Motherboard o Dr. Yoni Freedhoff, médico e professor de Ottawa, no Canadá, de ontem mantém um blog sobre nutrição. “Mas não sabemos se isso mudará o comportamento público. É difícil destruir a crença em alimentos mágicos.”

Tudo começou há uma semana, quando um estudo publicado na revista acadêmicaGenome Medicine analisou a ideia de que suplementos probióticos são benéficos para o sistema imunológico e para a flora intestinal. Um grupo de pesquisadores dinamarqueses fez exame sistemático de sete estudos sobre os efeitos de produtos probióticos (como iogurtes e biscoitos) na composição bacteriana fecal. Os autores do estudo descobriram que “não há nenhuma evidência concreta de efeitos consistentes dos probióticos na composição microbiana das fezes de adultos saudáveis”.

A moda anti-glúten foi o próximo alvo. Um artigo publicado no The Journal of Pediatrics pela Dra. Norelle Rizkalla Reilly, gastroenterologista e especialista em doença celíaca da Universidade de Columbia, nos EUA, concluiu que, a menos que você tenha alergia a trigo, doença celíaca ou sensibilidade ao glúten (diagnosticada por médicos, não pelo Google), evitar o glúten pode ser prejudicial para sua saúde. Uma dieta dessas pode acarretar na deficiência de certas vitaminas e nutrientes ou até mesmo na exposição à toxinas como o arsênio (muitas vezes utilizado no processamento de arroz, principal ingrediente de vários produtos sem glúten).

Por fim, temos os OGMs: um relatório da National Academy of Science divulgado essa semana conclui que não há nenhuma evidência científica de que os OGMs afetem a saúde humana. Isso desestrutura o debate público sobre a segurança dos OGMs, que inclui discussões sobre a identificação obrigatória de produtos feitos com alimentos transgênicos (a questão política e comercial relacionada aos GMOs, incluindo a Monsanto e patentes de sementes, é uma outra história).

Visto que essas três descobertas contradizem preceitos populares defendidos por “blogueiros de saúde” e celebridades como Gwyneth Paltrow, é de se esperar que elas mudem a opinião de algumas pessoas. Freedhoff afirma, porém, que essa obsessão com modismos e dietas mágicas só atinge uma pequena parcela da população.

“O luxo de viver de forma saudável não é permitido a todos”, disse ele. “A maioria das pessoas não liga para comidas modificadas geneticamente. A preocupação delas é alimentar suas famílias, manter seus filhos felizes e saudáveis. Essa é a realidade da maior parte da população.”

Fonte: Vice

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Time Warp Argentina 2016

Time Warp Argentina 2016 (Foto: Divulgação)

Segundo noticiou a BBC, cinco pessoas, com idades entre 20 e 25 anos, morreram após usar drogas no evento Time Warp que ocorreu no dia 16 de abril no complexo de lazer Costa Salguero, às margens do Rio de La Plata.

Detectados em seus corpos vestígios de comprimidos vermelhos, supostamente pílulas “Superman” ligadas a uma série de mortes ocorrida na Inglaterra ano passado.

Esse foi o estopim para uma guerra aberta promovida pelo governo local contra a música eletrônica em Buenos Aires. No último dia 11 de maio o juiz Lisandro Fastman emitiu uma ordem que temporariamente proíbe todos os estabelecimentos comerciais de realizar eventos com “características semelhantes” às do Time Warp — mesmo que os espaços cumpram as regulamentações de segurança.

A repressão à música eletrônica pós-Time Warp já resultou no cancelamento de eventos de grande porte, incluindo o Diynamic Festival e um show do Dash Berlin no mês passado. Produtores independentes responsáveis por eventos menores também estão sentindo o aperto crescente da regulamentação. Um festival de eletrônica chamado FEBA, que esperava receber 400 pessoas no dia 7 de maio, foi adiado pelo centro cultural Konex, um espaço patrocinado por uma fundação (que foi temporariamente fechado em 2014 por não contar com procedimentos de evacuação) como demonstração de respeito às vítimas do Time Warp.

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A tinta que parece escorrer pela pele não é descuido: é movimento. Esta, aliás, é uma das características mais marcantes do trabalho da tatuadora francesa Audrey Hermanstadt, que há pouco mais de 18 anos reside no Brasil. Com formas livres, orgânicas, gotas e cores encantadoras, ela cria na pele um universo paralelo de aquarelas e emoções.

A brincadeira de tatuar, que logo se tornou profissão, começou quando fez sua primeira tatuagem. “Quem me deu a ideia de tatuar foi o tatuador que fez minha primeira tattoo. Demorei uns dois anos para digerir a ideia de desenhar em gente e, quando finalmente tentei, adorei“, afirmou em entrevista ao Hypeness. A tatuadora tem seu próprio estúdio desde fevereiro deste ano e só atende com hora marcada.

Inspirada no movimento das linhas na pele e na personalidade dos clientes, a tatuadora mistura suas técnicas de aquarela com as cores que mais combinam com cada um. “Chamo de aquarela porque parto da mesma base de pensamento de quando vou aquarelar no papel. Acaba sendo uma técnica parecida, mas diferente“, explica.

Conheça alguns dos incríveis trabalhos de Audrey Hermanstadt:

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Todas as fotos © Audrey Hermanstadt

Fonte: Hypeness

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Onde você guarda os desenhos criados por seus filhos pequenos? Coloca-os na geladeira? Deixa-os em uma caixa ou gaveta? O canadense Keith Anderson pensou em uma forma inovadora de lembrar-se deles para sempre: decidiu transformá-los em tatuagens, que hoje cobrem seu braço direito.

Anderson deu início ao seu projeto quando Kai, o garoto, estava com apenas 4 anos. Agora, ele está com 11 e, desde então, todos os anos o pai escolhe um desenho para tatuar. “Pessoas que não gostam muito de tatuagem entendem e parecem achar bonitinho. Outros pensam que eu deixei meu filho desenhar com canetinha. Eu digo a eles que ele desenha em mim, mas é o tipo de desenho que não sai e eles parecem ficar chocados. Amigos, familiares e estranhos tatuados amam a ideia“, contou ele ao Huffington Post.

Três tatuadores diferentes já foram responsáveis por passar a arte de Kai para a pele. Nos últimos anos, o garoto tem acompanhado o pai e até se arriscou a fazer parte de uma das tatuagens. “A primeira foi a flor – eu tatuei quando ele estava no jardim de infância. Então nós fomos e fizemos o nome dele e a casa de quando tinha 4 anos. Quando ele tinha 6 nós fizemos o cavalo marinho e 7 foi a folha de Maple com o C de “Canadá”. 8 foi o vitral, que é um dos meus favoritos; foi sua própria ideia abstrata“, contou ele ao fotógrafo Chance Faulkner, autor das fotos abaixo.

Além de lindas, as tatuagens carregam memórias incríveis sobre a infância de Kai. E o que Anderson vai fazer quando acabar o espaço no braço? “Acho que ele [Kai] terá de criar desenhos menores“, brincou.

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Todas as fotos © Chance Faulkner

Fonte: Hypeness

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Com traços finos e certeiros, Diogo Ferrari marca com tinta preta as peles, criando desenhos repletos de geometria e referências tribais maori, que se estendem de forma orgânica nos corpos. O tatuador intitula seu estilo Black Work, tattoos em preto, ricas em contraste, que mesclam a vontade do tatuado com inspirações e o que Ferrari chama de inconsciente.

Natual de Campinas (SP), Ferrari começou a tatuar após aceitar um trabalho provisório na recepção de um estúdio de tatuagem. Ao se envolver com o trabalho, acabou gostando da ideia de tatuar e, em 2008, teve suas primeiras experiências com a tinta e a agulha. As linhas tribais e o geométrico surgiram no trabalho do artista alguns anos depois, em 2011, quando ele decidiu abandonar as cores e usar somente o preto em praticamente todas as suas tattoos. A partir de então, Ferrari tem se aperfeiçoado cada vez mais nos traços finos, incluindo também opontilhismo à sua arte.

Na hora de criar, o tatuador deixa a intuição fluir, buscando dar sentidos mais profundos à tattoo. “Muita gente acha que uma tatuagem é só uma decoração, um adereço. Mas ela envolve muitas coisas que para o cliente tem importância: tem ansiedade, tem medos e sonhos“, afirma.

Confira alguns de seus trabalhos:

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Para conhecer melhor o trabalho do artista e acompanhar as novidades, siga Diogo Ferrari no Facebook.

Todas as fotos © Diogo Ferrari

Fonte: Hypeness

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Por mais que a indústria tente, protetores solares sempre serão uma das piores partes do verão: mão melecada, cheiro forte, proteção que sai com a água e necessidade de reaplicação. Sem falar na marca do chinelo que fica no pé quando você se esquece de passar o protetor lá. Para solucionar seus problemas, a Osmosis Skin Care criou o Harmonized H2O, um protetor solar que pode ser adicionado a um copo de água e bebido.

O inovador protetor funciona de forma similar aos fones de ouvido com redução de ruído. Os componentes do Harmonized H2O cancelam os raios ultravioletas ao funcionar como um padrão de ondas na pele, repelindo os raios UV. Basta misturar 2 ml do produto a 60 ml de água para obter o mesmo efeito que um creme fator 30 espalhado pelo corpo. Assim como um protetor normal, contudo, o líquido precisa ser reingerido a cada 4 horas.

O produto está disponível na versão bronzeadora e protetora e já está sendo vendido nos Estados Unidos a um preço de US$ 30.

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As crises que o capitalismo tem espalhado pelo mundo oferecem, pelo menos, uma vantagem: cada vez mais, as pessoas procuram alternativas, formas de se recompensarem e vidas mais simples, onde o dinheiro conta menos e as ações contam mais. A história da artista Stanislava Pinchuk é um exemplo disso.>

Conhecida como Miso, a ucraniana cria tattoos simples e minimalistas para amigos e amigos de amigos, com as quais brinca com os conceitos de “memória, espaço e geografia”. Até aqui, tudo normal. O método de pagamento é que faz a diferença.

Pinchuk não aceita dinheiro e prefere o sistema de trocas, em que ela oferece a tatuagem esperando que a pessoa ofereça aquilo que achar justo. Podem ser várias coisas, “comoensinar-me uma técnica, cozinhar um jantar pra mim, me oferecer um livro que eu adoraria, me assistir num trabalho, uma garrafa de whisky. Nunca se sabe, mas todo mundo se sente bem com isso, o que me agrada. Cada vez mais, eu sinto que isso está se tornando uma parte importante do meu trabalho”.

Os trabalhos de Pinchuk, além de belos, mostram o lado pessoal que a artista coloca em cada um, onde a delicadeza é palavra-chave. Além da arte na pele, Miso é conhecida pelos seus grafites e pelo trabalho em papel.

Dá uma olhada nas obras que ela tem trocado por aquilo que as pessoas queiram oferecer:

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Você pode acompanhar o trabalho da artista aqui.

Todas as fotos © Miso

Font: Hypeness

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Padrões, linhas e uma geometria impressionante compõe o trabalho do tatuador norte-americano Cassady Bell. Mandalas e padronagens exlusivas formam verdadeiras obras de arte nos corpos e se apresentam tanto no preto quanto no colorido – e quando se fala em cores, esse tatuador não está brincando: tons vibrantes e bem selecionados dão vida ao desenho. 

Embora afirme gostar também de tattoos realistas, é na geometria que Cassady mostra todo seu talento. Atualmente, ele tatua no Sideshow Alley Tattoo, um estúdio localizado em Portland, Oregon (EUA) e quando não está desenhando com a agulha, diverte-se criando padrões para papéis de parede e até mesmo bonés. A perfeição da geometria de Cassady é pra deixar qualquer um de queixo caído. Confira algumas das tattoos que já fez:

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Todas as fotos © Cassady Bell

Font: Hypeness

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Se vertigem passa longe de você e a adrenalina te atrai mais do que manter seus pés no chão, vá para a Rússia. O país é dono da SkyBridge, a ponte suspensa mais extensa do mundo, com quase um quilômetro, destinada apenas a pedestres. Moderna, a construção demorou em torno de três anos para ser concluída, reforçada com 740 toneladas de ferro e aço.

Passando por cima do vale de Krasnaya Polyana, em Sochi, a ponte foi inaugurada em julho deste ano e tem atraído turistas corajosos em busca de uma altura impressionante, suportando o peso de até 30 mil pessoas ao mesmo tempo, seguras apenas por cabos de aço que as deixam suspensas. Ainda de acordo com informações oficiais, a estrutura foi concebida pra suportar terremotos, furacões, chuvas, neve e gelo, em até nove graus na escala Richter.

Caso a sede por aventura seja ainda maior, é possível praticar bungee jump, em duas alturas diferentes, e tirolesa no local. O salto de 198 metros de altura pode atingir uma velocidade de 31 metros por segundo. Vai arriscar?

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O ingresso para a atração está em torno de 42 reais por pessoa.

Fotos por Europics/Newscom, via ABC News, e divulgação

Font: Hypeness

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Sabe aquelas comédias policiais que vemos em filmes? Elas foram parar no Instagram e na conta oficial da polícia de Reykjavik, capital da Islândia, onde a zoeira não tem limites. A conta já tem quase 100 mil seguidores, enquanto a página no Facebook tem mais de 60 mil curtidas.

As fotos divertidas e descontraídas mostram um lado pouco conhecido dos “homens de farda”, e mulheres também, claro. A rotina policial em um dos países mais seguros do mundo tem gerado sorrisos por trás dos smartphones e computadores,  por conta das inúmeras situações engraçadas postadas na conta, como policiais empurrando carro, comendo algodão doce, fazendo mil e uma caretas e aprontando altas confusões pela cidade.

Para combater a tal fama de mau, presente tanto na Islândia como em outros países, os próprios policiais pediram para os cidadãos com filhos não criarem uma imagem assustadora referente à polícia e o Instagram oficial da delegacia certamente ajuda nesta missão. Dá uma olhada nas fotos e diga se não é verdade:

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Todas as fotos © Logreglan

Font: Hypeness

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Quando você aluga um carro de uma locadora de veículos, não precisa necessariamente devolvê-lo no mesmo lugar. Contudo, para manter a mesma quantidade e diversidade de modelos em todas as sedes, as empresas costumam levar os carros, em caminhões cegonha, de um lado ao outro do país. Mas se você precisa ir de um lado ao outro e precisa de um carro para isso, por que você mesmo não leva o veículo da locadora? Essa é a curiosa proposta do Transfercar, serviço que aluga carros gratuitamente.

Em vez de arcar com os custos do transporte do veículo, é sua missão levá-lo até o local especificado. Dessa forma, além de você não precisar pagar para alugar um carro, a locadora corta custos e deixa pessoas felizes. O serviço é ofertado em nove cidades dos Estados Unidos, na Austrália e na Nova Zelândia.

Para descolar um carro, basta ir até o site da empresa e verificar quais veículos e destinos estarão disponíveis nos próximos dias. Algumas empresas chegam a pagar até mesmo a gasolina e o seguro! Bom demais pra ser verdade? Confira o vídeo explicativo:

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Todas as fotos: Reprodução e Transfercar

Font: Hypeness

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Ao que tudo indica, a nova onda da street art é feita com linhas, seja por crochê ou ponto cruz. Entre os novos artistas fazendo uso da técnica manual estão Stephane e Vanessa, um casal que traz às ruas seus desenhos coloridos de personagens e figuras já conhecidas, como o logo da banda Rolling Stones, e o cãozinho Pluto, fiel companheiro de Mickey Mouse.

Para tanto, o meio mais utilizado e, aliás, fundamental para a arte são as cercas de ferro. Os bordados clássicos decoram as ruas de Lyon, na França, mas eles não se consideram artistas, segundo entrevista dada à um jornal italiano. “Não é exatamente arte de rua. Basicamente fazemos ponto cruz, só que em escala muito maior”, contaram.

Depois de fazer o molde do projeto no computador e bordá-lo em um tecido, vão para as ruas exercitar sua técnica, que demora entre três e cinco horas para ficar pronta. Em seguida, eles compartilham suas criações na página Urban X Stitch.

Confira alguns trabalhos abaixo:

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Fotos: reprodução/urban x stitch

Font: Hypeness

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Delicadíssimas peças decorativas saem através das mãos e criatividade da artesã e artista visual australiana Meredith Woolnough, que aplica uma técnica diferente às suas criações. O bordado arabesco, inspirado nas mais diversas formas da natureza, é feito com tecido solúvel em água.

Numa máquina de costura comum, a artista molda o desenho de acordo com a imagem a ser formada, criando uma estrutura. Depois de concluído o bordado, o tecido base se dissolve na água, deixando apenas uma escultura leve e delicada. Em seguida, Meredith monta as peças com alfinetes, criando sombras e profundidade em cada peça, tornando-as ainda mais fascinantes.

A artista dá workshops e participa de exposições na Austrália com seu trabalho único e encantador. Suas obras, nos mais diversos tamanhos e nível de complexidade, ficam à venda em seu site oficial. Dá uma olhada nas que selecionamos abaixo:

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No vídeo abaixo, a artista explica um pouco mais sobre seu processo de criação:

Todas as fotos © Meredith Woolnough

Font: Hypeness

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E-nabling the future (ou E-nable) é  um movimento mundial formado por voluntários de todo planeta: engenheiros, artistas, fisioterapeutas, designers, professores, entusiastas, famílias e pessoas comuns que querem fazer a diferença. A ideia é  colaborativa e tem como objetivo distribuir conhecimento para a produção de próteses infantis de baixo custo, a partir da tecnologia de impressão 3D.

A plataforma online disponibiliza para download modelos detalhados de próteses que podem ser feitas com poucos recursos e que, além de acessíveis, são funcionais e muito divertidas – sempre inspiradas em super-heróis.

O brasileiro Marcelo Botelho é uma das pessoas engajadas com a causa. Estudante de engenharia mecânica, ele usou o site para ter acesso ao tutorial detalhado da prótese que construiu para o garoto Kelvin. Marcelo, que busca apoio para produzir mais próteses, partiu do modelo“Cyborg Beast” disponível na plataforma, e o adaptou para uma versão inspirada em Ben 10 – herói favorito do menino.

Esperamos que a rede e-Nable ganhe cada vez mais voluntários no país, certamente muitas crianças seriam beneficiadas. Mas para isso o custo da impressão 3D por aqui precisa ficar mais acessível. Vale a pena investir 3 minutos e assistir ao vídeo abaixo que conta mais detalhes dessa história no Brasil.

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Abaixo algumas imagens pelo mundo de próteses viabilizadas a partir da iniciativa. Saiba mais e faça parte aqui.

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Todas as fotos © E-nabling the future

Font: Hypeness

Guia de Floripa